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Arquivo: Junho 2008
TATUAGENS DE LAOS,BURMA E BIRMANIA
THE LADY IN RED

Collector: Rachel
Artist: Dragon - Star Tattoo & Piercing
Portland, Oregon
COSTAS

Collector: Heather
Artist: Liz Brady - TTR Studio
Los Angeles, California
A VERDADE
APERTE NO PINTO E SAIBA A VERDADE DA DUPLA GOOGLE/WIKIPÉDIA/click in the litlle bird e know the true about google/wikipédia sucker your brain
tattoo radical
GOA

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O CADÁVER TATUADO
O Cadáver Tatuado
Val McDermid é uma das melhores escritoras de ficção policial da actualidade. A Editora Gótica, que tem presenteado o público português com a tradução das suas obras, colocou no mercado “O Cadáver Tatuado” (The Grave Tattoo), editado em Fevereiro de 2006.
Sinopse:
Quando uma tempestade de Verão, num monte no Lake District, coloca a descoberto um cadáver repleto de tatuagens bizarras, lendas ancestrais voltam a ser relembradas.
Durante séculos, os habitantes da zona sussurraram que Fletcher Christian, o mentor do motim a bordo da malfadada Bounty, terá encenado o massacre da ilha de Pitcairn, e simulado a sua morte, para poder regressar a casa em segredo. Ainda hoje, continuam a correr rumores de que William Wordsworth, companheiro de infância de Christian, deu abrigo ao fugitivo e contou a sua história através de um poema épico – uma narrativa que desde então permanece escondida.
Jane Gresham, perita universitária em Wordsworth, ela própria nativa de Lake District, quer saber de uma vez por todas se este manuscrito ainda existe – ou se alguma vez existiu. Mas à medida que Jane percorre cada pista que vai descobrindo, a morte segue-lhe os passos. Subitamente, um mistério com mais de duzentos anos tem ainda o poder de colocar vidas em perigo. E no enigmático e sombrio cenário do Lake District, desenrola-se um drama de vida ou morte, cujo prémio final são uns generosos milhões. O Cadáver Tatuado é um soberbo thriller psicológico, no qual assassínios ocorridos na actualidade são motivados por acontecimentos do século XVIII e pelo motim a bordo da Bounty.
TATUAGEM E TALENTO
Os bastidores do poder no Japão


As duas biografias retratam lados opostos - mas igualmente interessantes - da vida no poder do Japão
Como falar de livros, cinema e arte em geral é sempre agradável, resolvi quebrar o ''jejum'' do blog (perdoem-me pela ausência dos últimos dias, queridos leitores!) apresentando para vocês dois best sellers que vêm causando polêmica aqui no Japão, sobretudo porque abrem uma “janela indiscreta” para o mundo extremamente fechado - mas inevitavelmente interessante - de duas entidades que representam o poder no país: a família imperial e a Yakuza.
O mais recente deles, Yakuza na Tsuki (o titulo em inglês é Yakuza Moon: Memories of a Gangster’s Daughter), é uma biografia escrita pela filha de um ex-chefão do grupo criminoso Yamaguchi-gumi, maior facção da máfia japonesa. A obra é assinada por Shoko Tendo, uma mulher bonita, de cabelos vermelhos e coberta de tatuagens pelo corpo – característica que identifica a maior parte dos membros da Yakuza, passado que hoje ela faz questão de renegar.
O livro de Shoko, que começou com uma tiragem tímida de apenas 1,5 mil exemplares, já bateu a casa dos cem mil títulos vendidos. A explicação para o sucesso é simples: a obra conta com detalhes a vida de uma ex-princesa do crime, que se afundou nas drogas, cumpriu pena em um reformatório juvenil e precisou se tornar amante de mafiosos para saldar dívidas do pai com a organização. O chocante disso tudo é que ela tinha apenas 16 anos.
A japonesa, agora uma mãe solteira de 39 anos que se diz totalmente recuperada, também faz questão de contar os preconceitos que vivia por ser quem era, a solidão no colégio – já que as famílias proibiam seus filhos de se aproximar da "garota-encrenca" - além das surras que levava dos namorados, membros da Yakuza como ela. Sem falar das tentativas de suicídio depois da morte da mãe, quando a escritora tinha apenas 22 anos. Quem souber japonês e quiser saber mais sobre a vida de Shoko, pode dar uma passadinha no blog da escritora.
O outro livro do qual mencionei, longe do mundo do crime, mas também na esfera do poder, é uma biografia não-autorizada da princesa Masako, escrita pelo jornalista australiano Ben Hills. A obra, intitulada de Princess Masako, Prisoner of the Chrysanthemum Throne (em português, Princesa Masako, Prisioneira do Trono do Crisântemo), foi alvo de inúmeros protestos de grupos políticos de extrema direita antes de ser editada em japonês pela Dai-san Shokan, em agosto último.
Tanto o autor quanto a editora sofreram ameaças para não lançar a obra, que se mostrou bastante popular em alguns países asiáticos, além dos Estados Unidos e da Austrália. Em seu website, Hills afirma que chegou a receber mensagens anônimas de conteúdo racista, com frases do tipo "morra, porco branco!". Isso sem falar da onipresença de misteriosos carros pretos com slogans nacionalistas que costumavam ficar estacionados em frente à sede da editora, semanas antes do lançamento oficial no Japão.
O governo nipônico, que taxou o livro de difamatório e equivocado, não se eximiu e fez pressão contra a sua publicação no país, levando a primeira editora responsável pela tradução a desistir do negócio, em fevereiro deste ano. Somente quatro meses depois é que Hills conseguiu encontrar outra empresa que topasse levar o desafio à frente.
A biografia tenta pintar a princesa Masako, esposa do príncipe herdeiro Naruhito, como a “Lady Di do Japão”, embora ela não conte com a mesma popularidade que a ex-mulher do príncipe Charles. O autor diz que Masako vive um conto de fadas às avessas, e que a história do infeliz casal é uma versão oriental do que foi vivenciado no trono britânico. Entre os dramas em torno da difícil adaptação da princesa, Hills cita as dificuldades dela para engravidar de sua única filha, tendo que agüentar pressões em silêncio porque não gerou um filho homem, aguardado na família imperial há cerca de 40 anos - herdeiro que nasceu apenas no ano passado, filho do irmão do príncipe Naruhito. Para conferir mais detalhes, que tal dar uma passadinha no site do escritor?
http://shoko-tendo.com/index.html
*As fotos que ilustram este post são da Reuters
VISÕES DA TATUAGEM NA BOLIVIA
"Atrapasueños" y tatuajes, mundo de fantasías a flor de piel
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Sucre/CORREO DEL SUR e INTERNET
Sueños, colores y moda forman parte de un mundo lleno de deseos que buscan una bonita imagen, complacencia con el entorno y quizás identidad. Entre ellos están las fantasías, no solamente espirituales sino aquellas que buscan cobijo en objetos trabajados por artesanos y gente dedicada a embellecer el cuerpo de la gente. Los tatuajes también forman parte de esa peculiar intención de llevar un símbolo o dibujo pintado en la piel.
En la presente nota CORREO DEL SUR, les ofrece algunos datos sobre el origen de esas actividades y los objetos que llevan consigo muchas personas.
DETALLES
Viyutería tejida o hecha con cerámica, plumas, vértebras de pescados, cocos y piedras adornan ahora los cuellos, orejas, muñecas, cabellos e incluso ombligos de jóvenes y adolescentes en Sucre y el resto del país, que han empezado a gustar de estos objetos que generalmente expenden los ahora llamados "hippies".
CORREO DEL SUR conversó con algunos vendedores de estos artículos, que obtienen el material de las ferias de La Paz y Santa Cruz, donde son comercializados en su mayoría por extranjeros y gente del lugar que los vende por kilos.
Denis, un joven de 22 años, se dedica a este trabajo desde los 12 y ahora es todo un experto en la elaboración de estos accesorios. Él, como muchos de estos artesanos, proviene de Argentina y radica en Bolivia desde hace tres años.
"Mi trabajo me encanta", menciona al agregar que obtiene el material con el que trabaja en Perú, donde viaja generalmente cada seis meses. La población que compra más estos productos son jóvenes de entre 15 a 20 años, aseguró Denis.
"En realidad, el tiempo de realización depende mucho del trabajo que elaboremos, generalmente un collar bien armadito me lleva medio día, sin embargo un anillo o una manilla lo hago en cuestión de minutos y si alguien tiene un diseño propio también lo realizo", comentó al indicar que el total de ingresos que obtiene en los mejores días oscila entre 40 y 50 bolivianos y aveces regresa a su domicilio sin nada.
"ATRAPASUEÑOS"
En su conversación, Denis relató a este diario la leyenda del "atrapasueños", un accesorio de moda que también es muy requerido por la mayoría de la población.
"Hace mucho tiempo, cuando el mundo era joven, un viejo líder espiritual lakota, estaba en una montaña alta y tuvo una visión. En esta visión, Iktomi, el gran maestro bromista de la sabiduría, apareció en forma de araña. Iktomi le habló en un lenguaje sagrado que sólo los líderes espirituales de los lakotas podían entender.
Mientras le hablaba Iktomi, la araña tomó un aro del sauce de mayor edad, también tenía plumas, pelo de caballo, ofrendas y empezó a tejer una telaraña.
Él habla con el anciano acerca de los círculos de la vida, de cómo empezamos la vida como bebés y crecemos a la niñez y después a la edad adulta, finalmente, de cómo llegamos a la ancianidad, edad donde nosotros debemos ser cuidadosos como cuando éramos bebés, completando el círculo.
Pero Iktomi dijo mientras la araña continuaba tejiendo su red: En cada tiempo de la vida hay muchas fuerzas, algunas buenas, otras malas, si encuentras en las buenas fuerzas, ellas te guiarán en la dirección correcta, pero si tu escuchas a las fuerzas malas, ellas te lastimarán y te guiarán en la dirección equivocada.
Mientras, la araña continuaba tejiendo su telaraña, empezando de afuera y trabajando hacia el centro.
Cuando Iktomi terminó de hablar, le dio al anciano lakota la red y le dijo: Ve la telaraña, es un círculo perfecto, pero en el centro hay un agujero, usa la telaraña para ayudarte a ti mismo y a tu gente, para alcanzar tus metas y hacer buen uso de las ideas, sueños y visiones de la gente.
Si tú crees en el gran espíritu, la telaraña atrapará tus buenas ideas y las malas se irán por el agujero.
El anciano lakota, le pasó su visión a su gente y ahora los indios Siux de Norteamérica usan el atrapasueños como la red de su vida", concluyó Denis, al agregar que el atrapasueños se debe colgar arriba de las camas para escudriñar sus sueños y visiones.
"Lo bueno de sus sueños es capturado en la telaraña de vida y enviado con ellos, lo malo de sus sueños escapa a través del agujero en el centro de la red y no será más parte de ellos", dijo al agregar que ellos creen que el "atrapasueños" sostiene el destino de su futuro.
El texto de este relato fue complementado con datos de Internet.
Las personas utilizan una diversidad de amuletos
para el amor, la salud, las fantasías ...
Sucre/CORREO DEL SUR
Amuleto del Amor
Es de color rojo. El símbolo indica la perfecta armonía de dos partes. Representa el equilibrio que debemos guardar en nuestras relaciones personales, con los elementos del planeta y con el universo. Nos ayuda a trabajar con nuestra autoestima y con el amor que debemos profesarnos a nosotros mismos, lo que nos llevará a tener relaciones justas, donde no demos demás olvidándonos de nosotros mismos o bien adoptemos posiciones egoístas y de superioridad con relación a los demás.
Amuleto de
la Prosperidad
Es de color verde. Su forma recuerda un recipiente que es llenado constantemente y bendecido por la abundancia y que a su vez cuenta con tres apoyos para que aquello que recibamos sea repartido con sabiduría y que no nos haga perder la estabilidad. Los amuletos siempre muestran equilibrio y recuerdan el flujo constante de dar y recibir a nosotros mismos y a la colectividad.
Amuleto de
la Salud
Es de color verde. La salud es armonía, por lo que este amuleto debe usarse tanto de forma preventiva como de forma correctiva para desbloquear la desarmonía espiritual, ya que es la puerta de entrada de la enfermedad, que va descendiendo a los campos mental y emocional hasta manifestarse en el cuerpo físico.
Una buena salud es nuestra responsabilidad. Debemos generar hábitos sanos para tener una vida sana.
Amuleto de
Protección
Es de color azul índigo. Es el escudo cósmico que nos protege de las fuerzas adversas de la tierra y el universo, pero también de nosotros mismos, del enemigo oculto que llevamos dentro y que constantemente nos sabotea en aquello que emprendemos. Responsabilizarnos de nuestra propia vida es nuestro reto. Detectar aquellas conductas que nos impiden crecer y neutralizarlas es nuestra misión.
Amuleto de
Clarividencia
Es de color azul brillante. En esencia significa ver claro, eliminar un punto de vista parcial que implica juicios. Trabajar con ella permite ver la vida sin juicios, instalados en el amor, el respeto y la aceptación. Nos da la flexibilidad necesaria para fluir y crecer. Nos permite expandir nuestra creatividad y nuestros sueños, ya que no habrá juicios que limiten nuestros anhelos.
Amuleto para
Profesionales
Es de color púrpura. Su forma simboliza al ser humano en el centro representado por la línea vertical. Las líneas diagonales son los inyectores que lo impulsarán en el desarrollo de su profesión.
Su forma simboliza los brotes, por lo que nos habla de crecimiento y de desarrollo.
La profesión es la actividad productiva que realizamos para el desarrollo de la sociedad, de la familia y de nosotros mismos.
Amuleto para
la luminosidad
Es de color amarillo. Es la luz vinculada con la fe que nos muestra el camino incierto que significa la vida.
Propicia los nuevos conocimientos y la claridad mental.
La iluminación es una experiencia personal que nos une a Dios y nos permite comprender que no estamos solos, que somos parte del universo y a la vez somos el universo.
Amuleto
contra Fantasías
Es de color anaranjado. La imaginación es fundamental para el hombre. Ya que es el principio de cualquier obra, pero vivir en la fantasía nos impide realizar. Con éste amuleto se eliminan pesadillas y sueños irrealizables y se logra concretar lo que imaginamos. Los amuletos permiten que se manifieste la creatividad.
| ALGUNAS CURIOSIDADES |
CORREO DEL SUR consultó respecto a algunos detalles que mucha gente busca conocer, antes de tomar la decisión de tatuarse, y también por curiosidad y para tener información.
Entre algunas características se puede indicar que los tatuajes sí pueden borrarse, pero con láser y en sesiones diferentes, resulta ser un poco doloroso.
En otros casos pueden ser mejorados si es que no tienen mucha pigmentación.
Con relación a quienes se hacen más tatuajes que otros, se pudo conocer que en Sucre la mayoría corresponde a los hombres; no obstante lo hacen las mujeres, y entre ambos profesionales, gente mayor de edad y hasta políticos.
¿CON QUÉ? y
¿DÓNDE?
Según dijo Boris, "por seguridad siempre se desecha lo restante para evitar cualquier tipo de contagio", refiriéndose a que echa a la basura todos los materiales que fueron utilizados con un cliente. En su negocio, cuenta con material aséptico y utiliza pigmento natural que es compatible con cualquier tipo de piel, no utiliza ningún químico.
Las partes del cuerpo que regularmente eligen los hombres para tatuarse son: partes del brazo, del torso, en las muñecas, piernas y espalda. En tanto que las mujeres, lo hacen regularmente en la cintura, espalda, omoplato, en sus tobillos y ombligo.
LAS FIGURAS
Las mujeres escogen figuras triviales y abstractas los hombres relacionan su tatuaje con alguna característica de su conducta, destacan las figuras de animales.
Para citar los significados de algunas figuras: un Escorpión, significa seguridad; el dragón, masculinidad y fuerza. Un dragón y una espada significa desamor.
Para realizar un tatuaje los que practican esta labor trabajan con una máquina que tiene agujas especiales muy delgadas y desechables. Se utiliza un pigmento vegetal que se coloca en un pomo cuando el dibujo del cliente ya es seleccionado. Se copia o calca en un papel especial y después se transfiere a la piel. Sobre esa impresión pasa la máquina, y luego se incorpora el color.
| ¿PROBLEMAS EN LA PIEL? |
Según el dermatólogo José Mostajo el tatuaje ambulante es el que más riesgos implica para contraer enfermedades o infecciones ya que no brinda ninguna garantía a las personas que deciden hacerse este tipo de cosas.
También informó que es una vía por la cual una persona podría contraer el SIDA ya que los materiales que se usan carecen de asepsia y antisepsia; es decir, de esterilización y limpieza.
"No produce cáncer como algunas personas creen, las infecciones más comunes que podrían presentarse en caso de un tatuaje mal realizado son las dermatitis de contacto, piodermitis, que provocan transtornos epidérmicos graves hasta alcanzar una eripicel o excemas", explicó el médico.
Asimismo, dijo que en el momento del corte de la piel las sustancias y los materiales que en muchos casos no cuentan con la higiene necesaria provocan este tipo de infecciones.
Mostajo agregó que en otros países lo más frecuente son los casos de SIDA porque se realizan tatuajes con pocas garantías de higiene.
Los lugares más seguros para poder realizarse los tatuajes son centros que cuenten con las normas establecidas para su uso y consumo y que brinden garantías en el momento de efectuarlo, puntualizó.
| FORMAN PARTE DE LA HISTORIA MUNDIAL |
Sucre: Se imponen tatuajes
en varias partes del cuerpo
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Sucre/CORREO DEL SUR e INTERNET
Figuras desde las más controversiales, místicas o excéntricas se manifiestan en dibujos marcados en la piel, en diferentes partes del cuerpo como una demostración de arte, rebeldía, cultura, características de conducta, creencias religiosas y moda; diferentes concepciones que tienen que ver con el tema del tatuaje que empieza a tener mas aceptación en nuestra sociedad y que marcó hechos importantes dentro de la historia.
El vocablo polinesio "Ta-tau" significa "plasmar en la piel". Uno de los primeros indicios en la historia del mismo se remonta en el año 3.500 antes de Cristo (a.C) con fines curativos, a través de la acupuntura.
En el año 2200 a.C., una momia sacerdotisa egipcia llamada Athor fue encontrada con el cuerpo totalmente tatuado. Posteriormente, en el Asia Central se encontró un Jefe Escita del año 500 con las mismas características.
En los años 70 se desarrolla un cambio fundamental en parte de Europa y Norte América que impactó con el denominado "hipismo", largas cabelleras y cuerpos exageradamente tatuados. Estas demostraciones causaron mucha controversia puesto que muchas mujeres y hombres no dudaron en realizarse tatuajes de todo tipo en cualquier parte de su cuerpo y exhibirlas.
En Bolivia, el tatuaje también se manifestó con los pueblos originarios, en cierto tiempo identificaba a tribus asentadas en el lado oriental, de acuerdo con sus creencias religiosas, místicas, de poder y pertenencia de grupo.
| UNA FORMA DE TRABAJAR |
Dos vivencias
de tatuadores
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Sucre/CORREO DEL SUR
Franz es peruano y se dedica al negocio del tatuaje, está en Bolivia desde hace tres meses y realiza esa labor desde hace más de 10 años.
Por la mañana, o la noche, sale a vender a la calle artesanías y las fotografías de algunos trabajos realizados en la piel de hombres y mujeres, también muestra revistas con catálogos de diferentes tipos de tatuajes. Él considera que el tatuaje tiene variaciones según la cultura de las personas.
En una entrevista con CORREO DEL SUR dijo que no hace tatuajes a adolescentes porque todavía no tienen un criterio formado como para tomar una decisión. Sólo trabaja con jóvenes a partir de los 18 años y que estén seguros de tatuarse.
Los precios por tatuaje van desde 70 a 140 bolivianos, el promedio de gente que atiende a diario es de tres a cuatro personas. Su puesto es temporal porque siempre viaja hacia varios lugares.
UN ARTE DIFERENTE
Boris es otro tatuador y también se dedica al negocio de la artesanía y la pintura. Tiene experiencia de casi nueve años en este tipo de trabajo. Vive en Sucre desde 1993, y considera que el tatuaje es un arte que muy pocos pueden comprender.
"Antiguamente se hacían pequeños cortes en la piel y ponían el pigmento de vegetales para darle un color especifico", señaló el entrevistado al agregar que son necesarios algunos requisitos antes de tatuar a un cliente, por ejemplo debe tener 19 años como mínimo, para evitar cualquier problema con menores de edad.
http://www.correodelsur.net/2002/1020/w_cultura2.shtml


BLACK TATTO

Collector: Jacque Wehrli
Artist: Mario German - German's Tattoos
Federal Way, Washington




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